Minha pequena menina, minha borboleta, minha batatinha mais linda e mais querida, minha pequena porquinha.
Não posso nem mesmo dizer que as cicatrizes da tua ausência são invisíveis, porque aparecem ainda na minha voz que não sai inteira, nas manhãs em que perco-me sem ar e sem o primeiro passeio do dia.
Assim, passaram-se os dias, as semanas, e passou-se pouco mais um mês - e permaneces cá, comigo, todo o tempo.
Fecho meus olhos, e continuas cá. E cá em mim vais continuar sempre, ainda que minha voz volte, ainda que as manhãs se alterem, ainda que permaneça constante o vazio que deixaste.
Saudades...